Procuradoria-Geral da República considera que carta divulgada pelo filho violou regras, mas não vê motivo para revogar benefício humanitário.
PGR diz que carta de Bolsonaro violou proibição do STF.
No entanto, pede para manter prisão domiciliar humanitária do ex-presidente.
Sugere que STF explicite regras para evitar interferência eleitoral.
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