Tribunal Regional Eleitoral do Amapá tem prazo apertado para decidir sobre abuso de poder em caso que envolve Antônio Furlan e Mário Neto.
Procuradoria Eleitoral alegou morosidade injustificada em caso de abuso de poder.
Decisão visa garantir celeridade e regularidade do processo eleitoral.
Leia a matéria completa no Cosmópoles