Grupo movimentava bilhões em espécie e criptoativos à margem do sistema financeiro oficial, com operações em Brasil, EUA, Portugal e América do Sul.
Rede internacional operava como banco clandestino em 6 países.
Esquema movimentava bilhões em espécie e criptomoedas à margem da lei.
Empresário apontado como líder está foragido; Polícia Federal investiga.
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