Um estudo publicado na revista Nature levanta dúvidas sobre a estratégia da empresa em computação quântica, focada em uma partícula ainda não confirmada.
Uma nova crítica científica publicada na revista Nature volta a colocar em xeque os avanços divulgados pela Microsoft na área de computação quântica. O pesquisador Henry F. Legg, da University of Base
O debate ganhou força após a Microsoft reafirmar metas ambiciosas, incluindo um sistema quântico funcional até 2029. A crítica específica questiona a consistência dos resultados de um software que des
Em resposta, a Microsoft defende que a ferramenta funciona como um ajuste prático para seus chips quânticos, comparando o estágio atual ao início da aviação. No entanto, críticos apontam que a base te