A morte de um livreiro tradicional evoca memórias de um tempo em que o ofício ia além da venda, guiando leitores por universos literários.
Profissionais como Dona Margareth e Seu Luís guiaram gerações de leitores com sabedoria única.
Hoje, plataformas online substituem o toque humano, mas a essência do livreiro se perde.
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