Falha em exame toxicológico: coleta de cabelo para CNH gera polêmica
Denúncia de raspagem de cabeça em exame toxicológico para CNH na Paraíba levanta debate sobre o procedimento correto e os direitos dos candidatos.

Um incidente na Paraíba expôs falhas em procedimentos de coleta para exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Uma candidata denunciou ter parte da cabeça raspada, o que contraria as normas estabelecidas pelo Contran. Especialistas confirmam que a coleta ideal requer apenas uma pequena mecha de cabelo, sem a necessidade de causar falhas visíveis no couro cabeludo.
Segundo especialistas, a coleta correta envolve a retirada de uma fina mecha de cabelo, com espessura aproximada à metade de um lápis e comprimento mínimo de três centímetros. Cortes invasivos, raspagens ou a retirada de grandes tufos são desnecessários e não fazem parte do protocolo. A norma do Contran detalha os procedimentos e os direitos dos candidatos, visando garantir a integridade da amostra e do paciente.
O laboratório envolvido no caso na Paraíba admitiu uma falha interna após apuração e ofereceu assistência à paciente. A situação ressalta a importância de seguir rigorosamente os protocolos de coleta e treinamento dos profissionais para assegurar a confiabilidade do exame toxicológico e o bem-estar dos condutores.