Suspeito de morte em rope jump é solto e alega ter sido enganado
Suspeito de morte em salto de rope jump é solto após 18 dias. Ele alega ter sido enganado e acreditado na regularização da empresa.

João Antonio Pivetta, suspeito de envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues durante um salto de rope jump, foi liberado nesta quarta-feira (8) após 18 dias de prisão.
Pivetta declarou que acreditou que a empresa responsável pela atividade era devidamente regularizada, o que o levou a participar do evento. Ele afirmou ter sido enganado, pois não imaginava que a prática não contava com as devidas certificações de segurança.
A morte de Maria Eduarda Rodrigues ocorreu durante um salto de rope jump em um local que, segundo investigações preliminares, operava sem as licenças necessárias. A jovem teria sido lançada sem o uso de equipamentos de segurança adequados, como cordas.
As circunstâncias exatas do acidente e a responsabilidade dos envolvidos ainda estão sob investigação pelas autoridades. A soltura de Pivetta ocorre enquanto o inquérito policial segue em andamento para apurar todos os detalhes do ocorrido e determinar as responsabilidades legais.
O caso levanta novamente o debate sobre a fiscalização e a segurança em atividades de aventura e esportes radicais no país, destacando a importância de verificar a idoneidade e a regularização das empresas que oferecem tais serviços ao público.