Suspeito de matar dono de loja em João Pessoa estava de folga
Segundo suspeito de matar dono de loja em João Pessoa estava de folga do trabalho. Homem de 32 anos, com antecedentes, foi preso e reconhecido por testemunhas.

O segundo suspeito de participar do assalto que resultou na morte do dono de uma loja de celulares em João Pessoa, Bruno de Mello, no bairro do José Américo, estava de folga do seu trabalho em um supermercado no dia do crime. A informação, divulgada pela Polícia Civil da Paraíba nesta segunda-feira (6), foi confirmada pela delegada Emilia Ferraz, da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) da capital.
Segundo a delegada, o homem de 32 anos, conhecido como "Ninja", alegou em depoimento ser trabalhador e não envolvido com atividades ilícitas, afirmando que laborava todos os dias da semana. No entanto, a investigação revelou que ele possuía folga no dia em que o assalto ocorreu, contrariando sua versão.
"Quando entrevistado pelos nossos investigadores, ele se declarou pai de família, trabalhador e que não estava envolvido com nada disso e que era um homem que trabalhava todos os dias da semana, dizendo onde e o local do trabalho. Nossa equipe se dirigiu a esse local, para confirmar, e verificamos que exatamente no dia do crime, contrariando o que ele vinha dizendo à polícia, ele tinha recebido folga", explicou a delegada.
O suspeito, que tem antecedentes criminais e já foi investigado por integrar uma organização criminosa, foi preso no bairro do Oitizeiro. Com ele, foram apreendidas a camisa branca e vermelha usada durante o assalto, e ele foi reconhecido por duas testemunhas oculares. Ele foi encaminhado à Cidade da Polícia Civil de João Pessoa e aguarda audiência de custódia.
O crime ocorreu na quinta-feira (2), quando indivíduos armados invadiram a loja de celulares. Bruno de Mello, o proprietário, que também estava armado, confrontou os assaltantes e foi atingido por diversos disparos, vindo a óbito no local. A identidade do primeiro suspeito, que já havia sido preso, não foi divulgada pelas autoridades. Um carro utilizado na ação criminosa também foi periciado.