PF investiga sumiço e danos em acervo histórico em Minas Gerais

Polícia Federal investiga desaparecimento e danos em acervo histórico do Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte. Caso envolve o governador Romeu Zema e o vice-governador Mateus Simões.

PF investiga sumiço e danos em acervo histórico em Minas Gerais

A Polícia Federal (PF) foi acionada nesta segunda-feira (6) para apurar denúncias de desaparecimento e deterioração de peças do acervo histórico do Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador de Minas Gerais, em Belo Horizonte. A investigação busca esclarecer os fatos e identificar os responsáveis por eventuais danos ao patrimônio cultural.

As autoridades foram notificadas sobre a situação e já iniciaram os procedimentos para coletar evidências e ouvir as partes envolvidas. O Palácio das Mangabeiras abriga um acervo valioso, com móveis, obras de arte e objetos que contam parte da história do estado. A preservação desses bens é considerada fundamental para a memória e a cultura mineira.

O caso ganhou notoriedade após menções ao governador Romeu Zema e ao vice-governador Mateus Simões em comunicações relacionadas às supostas irregularidades. A Polícia Federal deverá conduzir as investigações de forma minuciosa, buscando determinar a extensão dos danos e o paradeiro de quaisquer itens que possam ter sido subtraídos ou danificados.

O Palácio das Mangabeiras, conhecido por sua arquitetura e pela importância histórica e política que representa, é um dos símbolos da administração estadual em Minas Gerais. A notícia da investigação levanta preocupações sobre a segurança e a gestão dos bens públicos, especialmente aqueles de valor cultural e histórico inestimável. A expectativa é que a PF apresente os resultados da apuração nas próximas semanas, oferecendo mais detalhes sobre as circunstâncias do ocorrido e as medidas que serão tomadas para a recuperação e proteção do acervo.