PF apreende anabolizantes e remédios para emagrecer em voo internacional

Mulher é presa em flagrante no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, transportando medicamentos para emagrecimento e anabolizantes de origem internacional sem documentação legal.

PF apreende anabolizantes e remédios para emagrecer em voo internacional

A Polícia Federal realizou a prisão em flagrante de uma mulher no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, transportando medicamentos para emagrecimento e anabolizantes sem a devida documentação para importação legal. A passageira, natural de Codó, no Maranhão, foi interceptada durante os procedimentos de desembarque de um voo internacional.

## Apreensão de Substâncias Perigosas

Durante a revista de rotina, agentes da Delegacia Especial da PF no aeroporto localizaram 11 frascos de substâncias de alta potência na bagagem da mulher. Entre os itens apreendidos estavam cinco frascos de Lipoless, cujo princípio ativo é a tirzepatida, um medicamento utilizado para auxiliar na perda de peso, e seis frascos de Testenat Depot, um esteroide anabolizante à base de testosterona.

## Crimes e Consequências Legais

As substâncias foram apreendidas por não possuírem licenças ou notas fiscais que comprovassem a legalidade de sua importação. Diante do flagrante, a mulher foi encaminhada ao sistema prisional. Ela poderá responder formalmente pelos crimes de contrabando e de importação irregular de medicamentos sem registro nos órgãos de vigilância sanitária competentes. A legislação brasileira considera essa prática um crime hediondo, devido aos riscos significativos à saúde pública e à integridade física dos consumidores.

## Contexto da Fiscalização Aeroportuária

A ação faz parte das operações contínuas de fiscalização realizadas pela Polícia Federal em pontos de entrada do país, visando coibir a entrada ilegal de produtos controlados, especialmente aqueles que podem representar um risco à saúde pública. A importação de medicamentos e substâncias controladas exige autorização prévia de órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a falta dessa regularização configura crime.