Mulher investigada por morte de gatos é presa por romper tornozeleira eletrônica em MT
Estudante de 28 anos, investigada pela morte de três gatos em Cuiabá (MT), é presa novamente por romper a tornozeleira eletrônica pela segunda vez, descumprindo medidas cautelares.

Larissa Karolina Silva Moreira, de 28 anos, foi presa novamente em Cuiabá, Mato Grosso, nesta segunda-feira (6), por descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. A estudante é investigada pela morte de três gatos e já havia rompido a tornozeleira eletrônica em duas ocasiões distintas.
Segundo a Polícia Civil, o caso ganhou notoriedade após denúncias de organizações não governamentais (ONGs) de proteção animal. As ONGs identificaram um padrão nas adoções realizadas por Larissa e seu namorado, William Angonese. Relatos indicam que a estudante costumava adotar gatas com idades entre quatro e cinco meses. Pelo menos nove protetores de animais denunciaram Larissa, que teria enviado mensagens de ameaça às denunciantes após as acusações.
Larissa foi inicialmente presa em 13 de junho de 2025 e, posteriormente, teve sua prisão preventiva substituída por medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, em 27 de junho do mesmo ano. No entanto, em 23 de junho de 2025, Larissa e William já haviam sido indiciados pela Polícia Civil. O inquérito policial apontou Larissa como a principal responsável pela morte dos animais.
Investigações revelaram imagens que mostram Larissa saindo de casa com uma sacola, que a polícia suspeita conter um dos gatos mortos. Ao todo, três animais foram encontrados sem vida e encaminhados para perícia. Capturas de tela analisadas pelos investigadores também indicam que Larissa e William se passavam por interessados em adoção para, supostamente, maltratar e matar os animais com um objeto contundente. As investigações também apuram a suspeita de zoofilia no caso.