Mulher é presa por tráfico e abandono de incapaz, bebê é encontrado sozinho
Mulher é presa por tráfico e abandono em MT após bebê de 1 ano e 6 meses ser encontrado sozinho. Em outros casos, mãe suspeita de matar filho no RS é presa e outra em MT, que confessou assassinato, é encontrada morta na delegacia.

Uma mulher de 23 anos foi presa em Peixoto de Azevedo (MT) sob suspeita de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e abandono de incapaz. Durante a abordagem policial, realizada na noite de terça-feira (23), a Polícia Militar encontrou a filha da suspeita, com 1 ano e 6 meses de idade, sozinha e trancada dentro da residência.
As equipes realizavam rondas no bairro Centro Antigo quando notaram o nervosismo da mulher ao perceber a aproximação da viatura. Uma revista pessoal resultou na apreensão de dois invólucros de maconha. A suspeita confessou o comércio de entorpecentes e indicou a presença de mais drogas em sua casa.
No imóvel, além da criança, os policiais encontraram porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão, R$ 532 em espécie, um celular e materiais para embalar drogas. O Conselho Tutelar foi acionado para prestar assistência à menina, enquanto a mãe foi levada à Delegacia de Polícia Civil.
Em um caso distinto, mas também envolvendo a morte de uma criança, uma mulher de 27 anos foi encontrada morta em uma cela de delegacia em Juara (MT). Ela estava presa por confessar ter matado a própria filha, de 1 ano e 8 meses, há cerca de dois anos. A investigação policial sobre a morte da criança iniciou após o pai da menina buscar a Justiça para regulamentar visitas e pensão alimentícia. A suspeita inicialmente alegou ter entregado a criança a uma desconhecida em Campinas (SP), mas posteriormente mudou a versão, confessando ter asfixiado a menina com um saco plástico e a enterrado nos fundos de um sítio.
Em outra ocorrência, no Rio Grande do Sul, uma mulher de 33 anos foi presa em Pelotas no último sábado (18) sob suspeita de maus-tratos que teriam levado à morte do filho de 1 ano. A Justiça determinou a prisão preventiva da mulher.