Manaus: Morte de idoso não tem relação com vazamento de gás tóxico

Prefeitura de Manaus descartou relação entre morte de idoso e vazamento de gás tóxico (estireno) ocorrido em julho. Óbito de 67 anos não tem ligação com exposição à substância.

Manaus: Morte de idoso não tem relação com vazamento de gás tóxico

A Prefeitura de Manaus informou, nesta sexta-feira (24), que a morte de um idoso de 67 anos não está relacionada ao vazamento de estireno ocorrido em uma fábrica na cidade no dia 15 de julho. A investigação inicial apontava para a possibilidade de exposição ao gás tóxico como causa do óbito, mas a administração municipal afastou essa hipótese.

O incidente do vazamento de estireno gerou preocupação na população local devido aos riscos associados à substância. O estireno é um composto orgânico volátil que pode causar irritação nos olhos, pele e vias respiratórias, além de outros efeitos mais graves em caso de exposição prolongada ou em altas concentrações. A fábrica em questão passou por apuração após o ocorrido.

O descarte da relação entre o vazamento e a morte do idoso foi comunicado pela Prefeitura, encerrando um ciclo de incertezas sobre as causas do falecimento. A decisão foi baseada em análises e pareceres técnicos que concluíram pela inexistência de vínculo causal entre os eventos. A notícia visa esclarecer os fatos para a população de Manaus e arredores.

Até o momento, não há informações adicionais sobre outras possíveis causas para o falecimento do idoso ou sobre o andamento de investigações relacionadas à segurança da fábrica onde ocorreu o vazamento. A comunicação oficial da prefeitura foca no descarte da conexão direta com o estireno.