Justiça impede madrasta de se aproximar de enteado no RS
Justiça gaúcha concede medida protetiva que impede esposa de PM investigado por desaparecimento de se aproximar do enteado. Decisão visa garantir segurança do menor.

A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que a esposa de um policial militar, investigado pelo desaparecimento de seu filho, não pode se aproximar do enteado. A decisão atende a um pedido do Ministério Público (MP) do estado, que solicitou a medida protetiva em caráter de urgência.
O caso envolve a família Aguiar, com foco na proteção do menor, filho do policial militar Cristiano Domingues Francisco. A mãe do menino, Silvana de Aguiar, foi quem alertou sobre o desaparecimento do filho, e as investigações subsequentes levaram à acusação contra o pai e, consequentemente, à necessidade de proteger o enteado.
A imposição da medida protetiva visa garantir a integridade física e psicológica do jovem, afastando qualquer risco potencial decorrente da situação familiar e das investigações em curso. A proximidade com a madrasta foi considerada um fator de risco pelas autoridades judiciais e pelo MP, justificando a intervenção.
Detalhes sobre a natureza exata das acusações contra o policial militar e as circunstâncias que levaram ao desaparecimento do menino não foram completamente divulgados, mas a ação judicial demonstra a gravidade da situação e a preocupação com a segurança do menor envolvido. A família Aguiar, portanto, passa por um momento delicado sob o escrutínio da justiça gaúcha.