Homem com tornozeleira é preso por furto; outros casos de prisões marcam a semana
Homem com tornozeleira é preso por furto de arroz em RR. Casos de prisão por maus-tratos, racismo religioso e estupro de vulnerável também ocorreram em PA, ES e PI. Erro de identificação leva à soltura de homem preso por engano no AC.

A prisão de um homem de 37 anos, que utilizava tornozeleira eletrônica, após furtar dois fardos de arroz de uma igreja no bairro Cauamé, em Boa Vista (RR), destacou a ocorrência de diversas prisões em diferentes partes do país nesta semana. O suspeito foi detido por populares ao tentar fugir após pular o muro da Igreja AD Brasil. Em sua defesa, alegou ter consumido entorpecentes e que apenas buscava recarregar o dispositivo de monitoramento. Os fardos de arroz foram recuperados e o homem encaminhado à delegacia.
## Outros Casos de Prisão
A semana também foi marcada por outras prisões com naturezas distintas. Em Muaná, no Marajó (PA), um homem foi preso por maus-tratos após arremessar um gato contra o chão, um ato registrado por câmera de segurança. Já na Serra (ES), um indivíduo de 46 anos, identificado como José Pires da Rocha Anunciação, foi detido sob suspeita de cometer crimes de racismo religioso contra vizinhos. O caso foi registrado na quinta-feira (9).
## Investigação e Captura
Em uma ação de maior repercussão, o ex-diretor de creche Alberto Luiz Freitas Monção, investigado por estupro de vulnerável contra crianças no Maranhão, foi preso em Teresina (PI). A prisão ocorreu na sexta-feira (10), após ele romper a tornozeleira eletrônica que utilizava. Ele é acusado de crimes contra crianças de uma creche na qual dirigia.
Em outro caso, um homem que havia sido preso por engano no Acre foi liberado após a Defensoria Pública comprovar um erro de identificação. A confusão ocorreu devido à homonímia com o verdadeiro devedor de pensão alimentícia. O mandado judicial, originado em Sapezal (MT), não possuía dados suficientes para confirmar a identidade, levando à prisão equivocada. A atuação da Defensoria Pública permitiu a liberação imediata do indivíduo, que vivia em situação de vulnerabilidade.