Estados governados pela esquerda registram alta em feminicídios
Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 indica que estados governados pela esquerda, como Amapá, Rio Grande do Norte e Ceará, registraram os piores índices de feminicídio e homicídios de mulheres.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, que compila dados de 2025, revelou um cenário preocupante no enfrentamento à violência contra a mulher, com os estados sob governos de esquerda apresentando os resultados mais expressivos em feminicídios e outros homicídios de mulheres.
## Amapá e Rio Grande do Norte em Destaque
O Amapá, atualmente sob o comando de Clécio Luís (União Brasil, mas com histórico em partidos de esquerda como PT e PSOL), registrou a maior variação percentual na taxa de feminicídio, com um alarmante aumento de 347,7%. O estado também lidera a taxa de homicídios de mulheres, que apresentou uma elevação de 198,5%. Estes dados colocam o estado em uma posição crítica no cuidado com a vida feminina.
No Rio Grande do Norte, governado pela petista Fátima Bezerra, a situação não é diferente. O estado figura como o segundo na lista com maior alta nos homicídios de mulheres, registrando um crescimento de 61,8%. Os números reforçam a percepção de dificuldades enfrentadas por governadores de esquerda no combate a essa modalidade de violência.
## Ceará Lidera Taxa de Homicídios de Mulheres
Quando a análise foca na taxa de homicídios de mulheres por 100 mil habitantes, o Ceará, sob a gestão de Elmano Freitas (PT), assume a liderança, com um índice de 6,2. Este número é significativamente superior à média nacional, que se encontra em 3,2. O levantamento sublinha a necessidade de políticas públicas mais eficazes e direcionadas para a proteção das mulheres em todo o país.
Os dados do anuário contrastam com a percepção de que a esquerda teria mais facilidade em lidar com questões sociais, como a violência de gênero. As estatísticas apresentadas indicam um desafio considerável para as atuais administrações progressistas em reverter esses índices e garantir a segurança das mulheres sob suas jurisdições. O estudo serve como um alerta para a urgência de ações concretas e estratégicas no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher.