Dois júris populares marcam julgamento de assassinos de motoristas de app e feminicídio

Júris populares em Brasília e Belo Horizonte julgarão assassinos de motoristas de app e um feminicida que forjou acidente para ocultar crime. Casos envolvem violência extrema.

Dois júris populares marcam julgamento de assassinos de motoristas de app e feminicídio

Dois homens que cometeram crimes violentos contra motoristas de aplicativo e uma mulher irão a júri popular em datas próximas. Em Brasília (DF), Antônio Ailton da Silva, 43 anos, será julgado por estrangular e esfaquear a motorista de aplicativo Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão, 49, em fevereiro de 2025, após uma desavença sobre o pagamento de uma corrida. O caso chama atenção pela brutalidade e por ter ocorrido após o assassino tentar matar a ex-companheira.

Na capital federal, outro caso que irá a júri popular é o de André Luiz Rodrigues de Magalhães, que atirou e matou o motorista de aplicativo Lucas Henrique do Prado Ribeiro, 35, em março de 2025, em uma oficina mecânica. A defesa alega que André agiu em legítima defesa, mas familiares da vítima contestam a versão.

Em Belo Horizonte (MG), Alison de Araújo Mesquita irá a júri popular por feminicídio. Ele é acusado de matar a esposa em dezembro de 2025, após ela manifestar o desejo de terminar o relacionamento. O homem teria asfixiado a vítima e, em seguida, forjado um acidente de carro para ocultar o crime, simulando que a mulher estaria dirigindo.