Condenações por crimes violentos somam mais de 170 anos em diferentes estados
Homens são condenados a penas que somam mais de 170 anos por crimes violentos em diferentes estados do Brasil, incluindo homicídios, feminicídios e estupro.

Uma série de condenações criminais em diferentes estados brasileiros resultou em penas que, somadas, ultrapassam 170 anos de prisão. Os casos envolvem crimes como homicídios, tentativas de feminicídio e estupro, evidenciando a gravidade da violência em diversas regiões do país.
## Condenações por Homicídio e Tentativa de Feminicídio
Em Viçosa do Ceará, um homem foi condenado a 54 anos, 8 meses e 15 dias de prisão em regime fechado por matar a ex-companheira, Francisca Gerliane do Nascimento Sousa, de 23 anos, a facadas em abril de 2025. No ataque, o filho do casal, então com 1 ano, e a irmã da vítima também foram feridos. O agressor ainda tentou atropelar um homem e tentou subornar policiais no momento da prisão.
Na Bahia, o ex-vereador de Santo Estevão, George Passos de Santana, conhecido como George Breu, recebeu uma pena de 36 anos de prisão por matar a esposa grávida de nove meses e o bebê. O crime chocou a região pela brutalidade e circunstâncias.
Em Mato Grosso, Matheus Eduardo da Costa Bispo foi sentenciado a 54 anos de prisão por um duplo homicídio ocorrido em um condomínio de Várzea Grande. A condenação ocorreu nesta quinta-feira (23).
Já no Maranhão, Ramone Soares Martins foi condenado a 9 anos e quatro meses de prisão por tentativa de feminicídio contra a ex-namorada em Paço do Lumiar. O crime, ocorrido em fevereiro de 2020, envolveu 19 facadas. O juiz negou ao réu o direito de recorrer em liberdade.
Em Goiás, Vinícius Almansa Garcia foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão por matar a madrasta em 2011. Ele foi preso logo após o julgamento.
## Condenação por Estupro e Violência Contra Criança
No Espírito Santo, o vereador de Vitória, Orlandino Rodrigues de Souza, recebeu uma pena de mais de 31 anos de prisão em regime fechado. Ele foi condenado por estuprar e agredir uma criança de 5 anos durante o período da pandemia.