Acusados de Assassinatos Vão a Júri Popular em Diversas Cidades
Homens acusados de feminicídio, homicídio e ocultação de cadáver vão a júri popular em DF, MG, MT e PI. Casos incluem mortes em oficinas, violência doméstica e asfixia.

Diversos homens acusados de crimes graves, incluindo homicídios e feminicídios, serão levados a júri popular em diferentes regiões do Brasil. No Distrito Federal, um homem é julgado pela morte de Lucas Henrique Prado, de 35 anos, em uma oficina mecânica no Guará. Em Minas Gerais, um empresário de 43 anos enfrenta júri pela morte de sua companheira, Henay Rosa Gonçalves Amorim, de 31 anos, e outro homem, também de 43 anos, é julgado por feminicídio, estupro e ocultação de cadáver contra uma estudante de psicologia em Juatuba.
No Mato Grosso, Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, será julgado em Cuiabá pelo assassinato de sua esposa, Nilza Moura de Souza Antunes, de 64 anos, crime ocorrido em maio deste ano. A vítima foi asfixiada enquanto dormia. Já no Piauí, o Tribunal de Justiça manteve a decisão de levar a júri popular Raylson da Silva, acusado de matar Maria Antônia de Sousa, de 62 anos, avó de sua namorada. A Justiça de Mato Grosso também confirmou o julgamento de Ítalo Jefferson da Silva, de 43 anos, pela morte da estudante em Juatuba, considerando a gravidade dos delitos e a intenção de fuga do réu.