Carretas de Saúde Oferecem Exames Gratuitos Contra Câncer em RN e BA
Iniciativas de saúde oferecem exames gratuitos de mamografia e Papanicolau em Natal (RN) e nas cidades baianas de Feira de Santana, Jequié e Alagoinhas, visando a prevenção do câncer.

Duas iniciativas distintas, mas com um objetivo comum de saúde pública, estão oferecendo exames gratuitos de prevenção contra o câncer de mama e do colo do útero em diferentes regiões do Brasil. No Rio Grande do Norte, o Sesc RN está com sua Unidade Móvel Sesc Saúde Mulher na Zona Norte de Natal até o dia 31 de julho, disponibilizando 244 mamografias e 288 exames preventivos (Papanicolau). A expectativa é atender cerca de 400 pessoas com ações de educação em saúde, além dos exames.
Os exames preventivos em Natal são destinados a mulheres de 25 a 64 anos, enquanto as mamografias são para mulheres de 50 a 74 anos. Mulheres entre 40 e 49 anos podem realizar a mamografia mediante requisição médica. Para agendamento, é necessário apresentar RG, CPF, Cartão SUS e comprovante de residência. A unidade móvel já realizou mais de 103 mil exames gratuitos em 45 municípios do estado desde 2012.
## Ações na Bahia
Na Bahia, uma carreta adaptada está percorrendo as cidades de Feira de Santana, Jequié e Alagoinhas entre 20 de julho e 8 de agosto, oferecendo mamografias gratuitas para mulheres com 40 anos ou mais, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social e que não realizam o exame há pelo menos 12 meses. A ação busca aumentar a cobertura de rastreamento do câncer de mama, que apresenta índices baixos nessas localidades, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para participar na Bahia, o cadastro é feito previamente pelo site da Américas Amigas, e não é necessário apresentar encaminhamento médico ou comprovante de residência. A carreta tem capacidade para cerca de 80 mamografias por dia. Em Jequié, o atendimento ocorre de 20 a 24 de julho; em Feira de Santana, de 27 de julho a 1º de agosto; e em Alagoinhas, de 4 a 8 de agosto. A escolha das cidades considerou as baixas taxas de cobertura de mamografia, que variam de 0,4% a 16,7% nas localidades, bem abaixo da recomendação de 70% da OMS.