Trump celebra 250 anos dos EUA com exaltação e críticas

Donald Trump celebrou os 250 anos dos EUA com discurso exaltando o país, criticando o comunismo e mencionando o Irã. Evento em Washington enfrentou problemas climáticos.

Trump celebra 250 anos dos EUA com exaltação e críticas

Em meio a celebrações pelo aniversário de 250 anos dos Estados Unidos, o ex-presidente Donald Trump proferiu um discurso em Washington, com foco na exaltação do excepcionalismo americano e críticas contundentes ao comunismo. "Esta é a terra da liberdade", declarou Trump, evocando o espírito da independência.

Durante sua fala, o ex-presidente comparou a bandeira americana à foice e martelo comunistas, afirmando que as estrelas e faixas já haviam vencido o regime e que o fariam novamente se necessário. Ele classificou o comunismo como um "câncer" que precisa ser "arrancado pela raiz".

Trump também aproveitou a ocasião para reforçar suas bandeiras políticas, incluindo a defesa da proibição do voto por correspondência, um tema relevante em meio a um ano eleitoral desafiador para seu partido. Veteranos de guerra e astronautas foram convidados ao palco, onde o ex-presidente também abordou a questão do conflito com o Irã, afirmando que os Estados Unidos haviam "afundado toda a marinha iraniana".

As comemorações, planejadas para serem as maiores da história com mais de 800 mil explosivos, foram marcadas por contratempos. Fortes ondas de calor levaram ao cancelamento do desfile e ao adiamento da abertura dos portões para o evento principal. Posteriormente, a ameaça de tempestades forçou a evacuação do público, com a reabertura dos portões ocorrendo apenas horas antes do discurso de Trump, que teve início por volta das 23h15 e durou aproximadamente 45 minutos.

Apesar das adversidades climáticas, Trump encorajou os presentes a permanecerem, prevendo que as tempestades passariam e que o evento seria "emocionante". A audiência respondeu positivamente, lotando o local após a liberação para o retorno.

O discurso de Trump, em um momento de polarização política nos EUA, buscou reforçar sua narrativa de liderança e patriotismo, conectando a celebração histórica com suas propostas e visões para o futuro do país.