Pesquisa aponta favoritismo de Marília Arraes e Humberto Costa ao Senado em Pernambuco
Pesquisa Paraná Pesquisas aponta Marília Arraes e Humberto Costa como favoritos para as vagas de Pernambuco no Senado. Levantamento ouviu 1.500 eleitores.

Uma nova pesquisa de intenção de votos divulgada pelo Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (10) indica que Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) despontam como favoritos para ocupar as duas vagas de Pernambuco no Senado Federal. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-00478/2026, ouviu 1.500 eleitores em 58 municípios pernambucanos entre os dias 7 e 9 de julho.
A margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Os eleitores foram questionados sobre suas preferências em dois cenários distintos, podendo citar até dois candidatos em cada um.
No primeiro cenário, Marília Arraes aparece com 50,5% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa com 40,6%. Miguel Coelho (União) figura em terceiro lugar com 34,2%, enquanto Túlio Gadelha (PSD) alcança 18,4%. Paulo Rubem Santiago (Rede) registra 5,9%. Um percentual de 12,4% dos entrevistados indicou voto em nenhum candidato, branco ou nulo, e 5,1% declararam não saber ou não opinaram.
Já no segundo cenário apresentado pela pesquisa, Marília Arraes mantém sua liderança com 51,9%, e Humberto Costa segue em segundo com 43,3%. Eduardo da Fonte (PP) aparece com 26,4%, seguido por Túlio Gadelha com 19,2%. Paulo Rubem Santiago obtém 6,5%. As menções a nenhum/branco/nulo somam 12,9%, e os que não souberam ou não opinaram chegam a 5,7%.
Os resultados sugerem um cenário consolidado para os dois primeiros colocados, com uma disputa acirrada pelas posições seguintes, caso houvesse mais vagas em disputa. A pesquisa reflete o atual momento político de Pernambuco, com nomes já conhecidos do eleitorado disputando cadeiras importantes no Congresso Nacional.
A análise dos dados permite compreender a dinâmica da corrida eleitoral para o Senado no estado, destacando a força de candidaturas ligadas a partidos tradicionais e a possíveis alianças políticas que se formarão até as próximas eleições.