Mulher de direita não é submissa, afirma cotada a vice de Bolsonaro
Daniella Marques, cotada para ser vice de Flávio Bolsonaro, nega que mulheres de direita sejam submissas e defende a autonomia e a igualdade feminina em live com Eduardo Bolsonaro.

A ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, que é cotada para ser candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, declarou nesta segunda-feira (20/7) que mulheres de direita não são submissas. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo ao lado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
## Autonomia e Igualdade
Daniella Marques rebateu a narrativa de que mulheres alinhadas à direita política seriam subservientes. "O PT rotulou a pauta [das mulheres] como se a mulher de direita fosse submissa. Não é. Somos iguais. Está na Bíblia: homens e mulheres são seres iguais perante a Deus e complementares em suas vocações", afirmou a ex-presidente da Caixa. Ela ressaltou a importância de reconhecer as diferenças biológicas, mas defendeu que isso não implica submissão.
## Família e Liberdade
Ainda durante a live, Daniella Marques criticou a esquerda por difundir a ideia de que a "mulher forte" precisa competir diretamente com o homem. Ela defendeu a liberdade de cada família para definir seus arranjos, citando exemplos de casais parceiros como Flávio e Fernanda Bolsonaro, e Eduardo e Heloísa Bolsonaro. "Cada família tem que ter liberdade para fazer o seu arranjo. Então, eles criam essa narrativa que nos aprisiona", declarou Marques. A fala busca desconstruir estereótipos associados às mulheres conservadoras e reforçar a ideia de que a força feminina pode se manifestar de diversas formas, inclusive dentro de arranjos familiares tradicionais ou modernos.