Crivella e Curi enfrentam impasse para disputar Senado no Rio
Marcelo Crivella e Felipe Curi enfrentam obstáculos para concorrer ao Senado no Rio. Partidos priorizam suas candidaturas a deputado federal, impactando os planos eleitorais.

Planos de Marcelo Crivella e Felipe Curi para concorrer ao Senado nas próximas eleições estão sendo travados por decisões estratégicas de seus respectivos partidos. A necessidade de alocar esses nomes em candidaturas para a Câmara dos Deputados, visando fortalecer as nominatas e garantir tempo de TV e fundo partidário, tem criado um impasse para as aspirações de ambos ao Senado.
No caso de Marcelo Crivella, apesar de apresentar bom desempenho em pesquisas de intenção de voto, o partido Republicanos estaria relutante em liberá-lo para o Senado. A legenda contaria com os votos do ex-prefeito para impulsionar a candidatura de deputados federais, o que é visto como crucial para a força eleitoral do partido na esfera federal.
Situação semelhante ocorre com Felipe Curi. O deputado é considerado um nome forte para o Senado, mas o partido Progressistas estaria priorizando sua participação na chapa de deputados federais. A análise é que o eleitorado de Curi seria fundamental para o desempenho do partido na disputa por vagas na Câmara.
O cenário deixa em aberto a possibilidade de Leniel Borel, atual senador, que poderia buscar a reeleição. Para ele, a decisão de sair ou não do partido seria mais flexível, dado seu status de senador.
A notícia também menciona, de forma tangencial, a prisão de Cláudio Castro, presidente do Instituto Rio Metrópoles, conhecido como Didê. Esta seria sua segunda prisão, a primeira relacionada a superfaturamento na compra de respiradores durante a pandemia. Apesar de seu histórico, Castro foi nomeado para presidir o IRM pelo governador Cláudio Castro, com forte ligação em São João de Meriti.
Em outra frente, o Diário do Rio está realizando uma série de entrevistas com pré-candidatos para 2026, com um dos trechos destacando uma conversa com Chico Alencar.