Bia Kicis clama por união da direita contra 'inimigo' da esquerda

Bia Kicis convoca união da direita, acusando STF de perseguir bolsonarismo. Propõe foco na esquerda como "inimigo" para evitar reeleição de Lula e eleger Flávio Bolsonaro.

Bia Kicis clama por união da direita contra 'inimigo' da esquerda

A deputada Bia Kicis (PL) utilizou suas redes sociais para defender a união da direita brasileira, classificada por ela como vítima dos eventos de 8 de janeiro de 2023. Em um vídeo divulgado, Kicis argumentou que a divisão da vertente conservadora tem sido orquestrada por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com destaque para Alexandre de Moraes.

Segundo a parlamentar, o objetivo dessa ação seria "exterminar o bolsonarismo", gerando sofrimento para figuras como Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, além de "toda a direita brasileira". Kicis afirmou que a pressão atual sobre essas personalidades e seus apoiadores é uma consequência direta dessa ofensiva judicial e política.

Diante desse cenário, a deputada propôs uma estratégia de "acalmar os ânimos" e focar no que ela identifica como "o verdadeiro inimigo": a esquerda. Acreditando que a coesão é a chave para o sucesso, Kicis defende que, com a união das forças de direita, seria possível impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a qual ela descreveu como "o inferno", e viabilizar a eleição de Flávio Bolsonaro.

Kicis projetou que uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro traria consigo a "anistia", o retorno de brasileiros que residem no exterior e a "paz ao País". A declaração surge em um contexto de intensas discussões sobre o futuro da direita no Brasil e a polarização política nacional.

Em paralelo, o deputado brasiliense Alberto Fraga (PL) manifestou, na tribuna, preocupação com a saúde do presidente Lula. Fraga citou "frases totalmente destoantes da liturgia do cargo" ditas pelo presidente, sugerindo que ele "precisa de tratamento". O parlamentar também citou um gesto de "um dedo" feito por Lula em aparição pública, questionando o comportamento do chefe do Executivo e, por extensão, do governo.

A fala de Fraga adiciona uma camada de crítica ao governo federal, focando em aspectos de comportamento e saúde, enquanto Bia Kicis direciona seu apelo para a estratégia política e a unidade partidária da direita.