Meta é processada por uso de IA em demissões de funcionários com deficiência
Ex-funcionários da Meta processam a empresa nos EUA alegando uso de IA discriminatória em demissões, prejudicando trabalhadores com deficiência ou em licença médica.

Vinte e seis ex-funcionários da Meta entraram com uma ação judicial nos Estados Unidos, acusando a empresa de Mark Zuckerberg de utilizar inteligência artificial para identificar trabalhadores para demissão. Segundo o processo, os algoritmos teriam discriminado funcionários com deficiência, grávidas ou que utilizaram licença médica. Os autores da ação alegam que a seleção foi baseada em produtividade e uso de tokens de IA, impactando desproporcionalmente aqueles que se ausentaram por motivos de saúde.
A ação, movida em um tribunal federal na Califórnia, busca impedir que a Meta conclua as demissões enquanto as reivindicações são analisadas. Os funcionários afirmam que a empresa violou leis federais e estaduais que proíbem discriminação e retaliação contra trabalhadores protegidos.
Um porta-voz da Meta negou as acusações, afirmando que as decisões de pessoal foram tomadas por humanos e não por IA. Este processo pode ser o primeiro contra uma grande empresa americana a questionar o uso de algoritmos em processos de demissão em massa.