Advogado Pede STF para Investigar "Clonagem" de Vini Jr e Bill Gates
Advogado entra com ação no STF pedindo investigação de suposta rede de clonagem de figuras públicas, incluindo Vini Jr. e Bill Gates, mas sem apresentar provas. Autor também pede indenização.

Um advogado brasileiro protocolou uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando uma investigação da Polícia Federal sobre uma suposta organização internacional dedicada à clonagem de DNA e controle mental. A ação, movida por Kelmo Martins Bandeira, pede que figuras públicas como o jogador de futebol Vini Jr. e o empresário Bill Gates sejam incluídos como réus.
## Alegações e Pedidos
A petição inicial já incluía nomes como o papa Leão 14, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ator Leonardo DiCaprio. O advogado descreve uma rede que ele denomina "666" e "Babilônia", alegando que esta organização seria responsável por manter figuras públicas em cativeiro, clonar, alterar geneticamente e substituir indivíduos por seus "clones". O pedido foi apresentado ao ministro e presidente do STF, Edson Fachin. O novo grupo de supostos envolvidos foi batizado pelo autor como "Judas Escariotes".
Além da investigação, a petição, de caráter indenizatório, solicita que os réus paguem ao autor quantias a título de indenização ou alimentos. Para Lula e Bolsonaro, o pedido é de R$ 20 mil mensais para cada um. Para celebridades e atores, os valores variam entre R$ 2 mil e R$ 35 mil mensais. Para grandes empresários e corporações, como Meta (Facebook e Instagram), Microsoft, Ambev, Grupo Mateus, Gerdau, ExxonMobil, Cyrela e Friboi, o advogado pede o repasse mensal de percentuais significativos sobre o faturamento líquido, entre 1% e 2%.
## Fundamentação e Consequências Legais
É importante ressaltar que o advogado não apresentou qualquer prova científica que sustente a existência da organização alegada ou a realização dos procedimentos de clonagem e controle mental. A legislação brasileira permite a rejeição imediata de processos considerados absurdos, improcedentes ou sem fundamento jurídico mínimo. Caso a justiça entenda que houve uso indevido, o autor da ação pode ser sujeito a multas e ao pagamento de outras despesas processuais.