Filhos de craques brilham na Copa e seguem legado de pais no futebol
Jogadores como Haaland, Giuliano Simeone e Marcus Thuram seguem os passos de pais que disputaram Copas. Alguns já superam conquistas anteriores, como a Noruega.

A Copa do Mundo de 2026 está marcada por histórias que transcendem os gramados, revelando uma nova geração de talentos que seguem os passos de seus pais, que também já participaram da competição. Em alguns casos, esses filhos já estão superando as conquistas de seus antecessores.
Um dos exemplos mais notáveis vem da Noruega. A seleção conta com Erling Haaland, Alexander Sørloth e Kristian Thorstvedt, cujos pais defenderam o país em Copas do Mundo anteriores. Enquanto a equipe norueguesa de 1994 foi eliminada na fase de grupos, o time atual já assegurou vaga nas quartas de final, alcançando a melhor campanha de sua história no torneio.
Kristian Thorstvedt expressou o orgulho de vivenciar a mesma experiência do pai, mas destacou a importância de superar a campanha da geração anterior. Nos bastidores, os ex-jogadores acompanham a competição com uma mistura de emoções. Alf-Inge Haaland, pai de Erling, demonstra a dualidade de torcer pela seleção e pelo próprio filho, oscilando entre comemorações e momentos de apreensão.
A Argentina também apresenta uma história de legado familiar. Diego Simeone, participante de três Copas do Mundo, agora torce por seu filho, Giuliano Simeone. Embora no Atlético de Madrid Diego seja o treinador de Giuliano, na seleção argentina os papéis se invertem, com o pai atuando como torcedor nas arquibancadas. Giuliano revelou que escolheu usar o sobrenome "Simeone" na camisa da seleção em homenagem à família, um contraste com sua atuação no clube espanhol, onde utiliza apenas o primeiro nome para construir sua própria identidade.
A lista de jogadores com pais que disputaram a Copa se estende a Nico Paz, filho do ex-atleta Pablo Paz, que esteve no Mundial de 1998. Marcus Thuram, atacante da França, também segue o legado de seu pai, Lilian Thuram, campeão mundial em 1998. Todos compartilham a missão de transformar o legado herdado em novos capítulos de suas carreiras, unindo o DNA familiar à paixão pela Copa do Mundo.