CazéTV: Derrota do Brasil atrai 18,5 milhões de conexões

A CazéTV registrou pico de 18,5 milhões de aparelhos simultâneos na transmissão da derrota do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo 2026, mas não bateu seu recorde anterior. A partida foi eliminatória para a seleção brasileira.

CazéTV: Derrota do Brasil atrai 18,5 milhões de conexões

A derrota da Seleção Brasileira para a Noruega por 2 a 1, neste domingo (5.jul.2026), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, impulsionou a audiência da CazéTV. A plataforma de streaming atingiu um pico de 18,5 milhões de aparelhos conectados simultaneamente por volta das 18h50 (horário de Brasília), logo após o segundo gol norueguês.

Embora expressiva, essa marca não superou o recorde anterior da própria CazéTV, estabelecido em 29 de junho durante o jogo entre Brasil e Japão, quando 21 milhões de dispositivos estiveram online. A partida deste domingo marcou a eliminação da equipe brasileira na competição.

## Crescimento da Audiência Durante o Jogo

O interesse pela transmissão começou bem antes do apito inicial. No pré-jogo, às 16h30, a CazéTV já contabilizava 6,8 milhões de aparelhos conectados. Esse número aumentou gradualmente, alcançando 8 milhões às 16h40 e 10,6 milhões às 16h50. Com o início da partida, às 17h, a audiência saltou para 14,3 milhões.

Durante o primeiro tempo, o pico de conexões simultâneas chegou a 18,4 milhões. Na segunda etapa, com o gol de empate brasileiro, o número atingiu o ápice de 18,5 milhões de aparelhos, conforme monitoramento realizado a cada 10 minutos, além dos momentos cruciais do jogo.

## Diversidade de Transmissões

A partida não foi exclusividade da CazéTV, que detém os direitos de todas as 104 partidas da Copa. A cobertura foi ampla, com transmissões simultâneas em canais abertos como a Globo e o SBT, em sinal fechado pelo SporTV e N Sports, e também pela ge tv no Globoplay.

A Copa do Mundo, organizada pela FIFA a cada quatro anos, é um evento esportivo privado com fins lucrativos. A participação das seleções é definida por confederações nacionais, como a CBF no Brasil, que são entidades privadas sem vínculo direto com o governo. Assim, a equipe que representa o país no torneio é formada por jogadores selecionados pela CBF, e não por uma escolha governamental.