Taxas do Tesouro Direto Caem Após Deflação nos EUA
Taxas do Tesouro Direto recuam após deflação nos EUA. Dados de inflação americana e leilão modesto de títulos impulsionam queda no Brasil.

As taxas do Tesouro Direto apresentaram queda nesta terça-feira, influenciadas pela primeira deflação mensal nos Estados Unidos desde 2020. O índice de preços ao consumidor americano registrou uma retração de 0,4% em junho, superando as previsões de economistas.
No Brasil, o Tesouro Prefixado e os títulos atrelados à inflação, como o IPCA+, também operaram em baixa. A divulgação da deflação nos EUA diminuiu as expectativas de aumento de juros pelo Federal Reserve em suas próximas reuniões.
O movimento de recuo nas taxas ocorre também após um leilão de títulos do Tesouro Nacional com oferta mínima de papéis, o que reflete um apetite reduzido por risco em meio a um cenário econômico incerto.