Comércio de Alagoas registra 2ª maior alta do Brasil em maio
Comércio de Alagoas registra a segunda maior alta de vendas do Brasil em maio, com crescimento de 1,5%, superando a média nacional e demonstrando resiliência econômica no período.

O comércio varejista de Alagoas apresentou um desempenho notável em maio, conquistando a segunda maior taxa de crescimento do volume de vendas em todo o Brasil. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado registrou uma alta de 1,5% em suas vendas no mês, superando a média nacional, que ficou em apenas 0,1%. Este resultado coloca Alagoas atrás apenas do Distrito Federal, que liderou o ranking com 1,6% de crescimento.
## Desempenho em Maio e Comparativo Anual
O levantamento do IBGE revelou que, em maio, apenas 11 dos 27 estados brasileiros apresentaram crescimento no volume de vendas do comércio varejista, enquanto 16 registraram queda. Nesse cenário desafiador, Alagoas se destacou positivamente. Na comparação com maio do ano anterior, o estado também mostrou força, com uma elevação de 0,9% nas vendas, novamente acima da média nacional de 0,4%.
## Acumulado Anual e Varejo Ampliado
No acumulado do ano, de janeiro a maio, o comércio varejista alagoano soma uma alta de 1,3%. O comércio varejista ampliado, que inclui segmentos como materiais de construção e veículos e peças, também apresentou resultados positivos em Alagoas. Na passagem de abril para maio, o setor cresceu 1,9%, e em comparação com maio do ano passado, a alta foi de 0,2%. No ano, esse segmento registra uma valorização de 0,7%.
## Panorama Nacional e Setores Impulsionadores
Em nível nacional, o crescimento de 0,1% do comércio varejista em maio ocorreu após uma retração de 1,6% em abril. A alta em maio foi impulsionada principalmente pelos setores de livros, jornais, revistas e papelaria (15,2%), tecidos, vestuário e calçados (3,1%), móveis e eletrodomésticos (2,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,4%) e combustíveis e lubrificantes (1,1%). Por outro lado, equipamentos e material de escritório, informática e comunicação (-1,7%), hiper e supermercados (-1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,3%) registraram quedas. O varejo ampliado nacional teve uma queda de 0,2% no mês, com materiais de construção avançando 2,1% e veículos e peças 1,8%.