Amapá defende união de estados na exploração da Margem Equatorial
Amapá defende união de estados na exploração da Margem Equatorial em encontro em Belém, buscando cooperação regional para impulsionar o setor de petróleo e gás.

O estado do Amapá tem defendido ativamente a cooperação entre as nações da Região Norte para maximizar as oportunidades e os benefícios da exploração da Margem Equatorial, uma nova fronteira energética para o Brasil. A posição foi reforçada durante um encontro realizado em Belém (PA), que reuniu representantes do setor público e privado para debater o futuro da cadeia de petróleo e gás na região.
Wandenberg Pitaluga Filho, presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), e Antônio Batista, diretor de atração de investimentos, integraram a comitiva amapaense. Em um painel que contou com a participação de representantes do Pará e do Maranhão, Pitaluga Filho detalhou as estratégias do Amapá para preparar o estado para a exploração da Margem Equatorial. Ele enfatizou as iniciativas voltadas à atração de investimentos, ao fortalecimento do ambiente de negócios e, crucialmente, à integração entre os estados amazônicos.
## Cooperação Regional como Estratégia Chave
Pitaluga Filho ressaltou a importância de uma atuação conjunta entre os estados vizinhos para ampliar os resultados da nova fronteira energética. "Esse ambiente colaborativo e de união entre os estados vizinhos é muito importante para que possamos construir o futuro da Região Norte atuando na Margem Equatorial", afirmou o gestor. A defesa da cooperação regional surge como um pilar fundamental para que o Amapá e seus vizinhos possam se beneficiar plenamente do potencial da Margem Equatorial.
## Carta de Belém II: Compromisso com o Desenvolvimento Integrado
O encontro culminou com a assinatura da Carta de Belém II. Este documento representa um compromisso formal dos estados da Margem Equatorial em atuar de forma integrada. O objetivo é fortalecer a cadeia produtiva de petróleo e gás, estimular o desenvolvimento econômico e social da região e ampliar a cooperação entre os diferentes níveis de governo e o setor produtivo. A assinatura reforça a visão de que o desenvolvimento dessa nova fronteira energética deve ser um esforço coletivo, visando benefícios mútuos e sustentáveis para toda a Região Norte do Brasil.