Concurso Nacional Unificado: 159 aprovados são convocados para cargos federais

Ministério da Gestão autoriza nomeação de 159 aprovados no Concurso Nacional Unificado para cargos de analista em TI e políticas sociais. Vagas dependem de disponibilidade e orçamento.

Concurso Nacional Unificado: 159 aprovados são convocados para cargos federais

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) deu um passo importante na nomeação de aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 1), publicado nesta quarta-feira (8) no Diário Oficial da União. Duas portarias autorizam a convocação de 159 candidatos para preenchimento de cargos na própria pasta, marcando a continuidade do processo seletivo realizado em agosto de 2024.

A Portaria MGI nº 5.566/2026 autoriza a nomeação de 118 aprovados para o cargo de analista em tecnologia da informação, de nível superior. Complementarmente, a portaria de número 5.567/2026 visa a nomeação de 41 aprovados para o cargo de analista técnico de políticas sociais, também exigindo formação superior.

O preenchimento efetivo dessas 159 vagas, no entanto, está condicionado à existência de postos vagos na data exata da nomeação e à disponibilidade orçamentária. O Ministério da Gestão ressaltou que as novas contratações deverão obedecer estritamente à Lei Orçamentária Anual (LOA) e à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) vigentes, garantindo a conformidade fiscal.

O Concurso Nacional Unificado de 2024 foi um marco na história dos concursos públicos federais, oferecendo inicialmente 6.640 vagas distribuídas por 21 órgãos do governo. As oportunidades abrangeram tanto candidatos de nível médio quanto superior, organizadas em oito blocos temáticos. A expressiva adesão ao certame se refletiu nos mais de 2,14 milhões de inscritos, embora a taxa de abstenção tenha alcançado 54,12%, com cerca de 970 mil candidatos comparecendo às provas aplicadas em 228 municípios de todo o país.

Este processo seletivo, frequentemente comparado ao "Enem dos concursos" pela sua abrangência e formato, buscou centralizar e otimizar a seleção de pessoal para o serviço público federal, apresentando um modelo inédito de organização e aplicação de provas em larga escala.