Rio Rotativo Digital: Novo sistema de estacionamento sem dinheiro físico começa nesta sexta

Rio de Janeiro lança Rio Rotativo Digital, sistema de estacionamento sem dinheiro físico, a partir de sexta (17). Piloto na Lagoa Rodrigo de Freitas usa app Jaé e tem tarifa de R$ 2/2h.

Rio Rotativo Digital: Novo sistema de estacionamento sem dinheiro físico começa nesta sexta

A partir desta sexta-feira (17), a cidade do Rio de Janeiro implementa o Rio Rotativo Digital, um novo sistema de estacionamento tarifado que visa modernizar a gestão de vagas públicas. O projeto-piloto terá início em sete áreas localizadas no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul carioca, marcando o fim gradual da cobrança em espécie e do uso de talões de papel.

## Funcionamento e Tecnologia

O Rio Rotativo Digital utiliza tecnologia para gerenciar as vagas em tempo real, integrando-se ao sistema de bilhetagem pública Jaé. A iniciativa, regulamentada por decreto publicado pela Prefeitura no Diário Oficial de terça-feira (14), busca maior transparência, praticidade e segurança, combatendo cobranças irregulares. Para utilizar o serviço, o motorista deve acessar o aplicativo Jaé, selecionar a opção "Rio Rotativo", confirmar a localização identificada pelo GPS e inserir a placa do veículo. O tempo de permanência desejado é definido, e o custo é debitado de créditos digitais adquiridos via Pix ou cartão de crédito.

## Tarifas e Vagas

A tarifa estabelecida é de R$ 2,00 para até duas horas de estacionamento, com possibilidade de renovação até o limite de seis horas. As áreas piloto funcionarão diariamente, das 7h às 23h. Inicialmente, o sistema disponibilizará 667 vagas nas avenidas Borges de Medeiros e Epitácio Pessoa, incluindo espaços para motocicletas, idosos e pessoas com deficiência (PDC). A implementação será feita gradualmente, acompanhando a instalação de nova sinalização nas vias. Os "guardadores de carros" cadastrados serão integrados ao novo modelo, passando por treinamento para auxiliar na gestão das vagas através da plataforma tecnológica, mas sem poder de fiscalização ou aplicação de multas, que permanecem sob responsabilidade exclusiva da autoridade de trânsito.