Rio de Janeiro Cria Programa para Incluir Pessoas com Deficiência no Esporte

Rio de Janeiro lança programa para incluir pessoas com deficiência e famílias atípicas em atividades esportivas municipais, promovendo adaptações e integração.

Rio de Janeiro Cria Programa para Incluir Pessoas com Deficiência no Esporte

O Rio de Janeiro deu um passo importante na promoção da inclusão social através do esporte com a sanção da Lei 9.523/2025, que institui o Programa de Incentivo à Participação de Pessoas com Deficiência nas Atividades Esportivas. A norma, publicada no Diário Oficial do município, foi sancionada pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) e é fruto do Projeto de Lei 1738/2025, de autoria do vereador Paulo Messina (PL).

A iniciativa pioneira busca não apenas ampliar o acesso de pessoas com deficiência, incluindo indivíduos neurodivergentes como autistas, a programas esportivos oferecidos pela prefeitura, mas também estender essa inclusão aos familiares que acompanham e apoiam essas pessoas no cotidiano. A proposta reconhece a importância do esporte como ferramenta de desenvolvimento e bem-estar, adaptando as atividades às necessidades específicas de cada deficiência.

O vereador Paulo Messina ressaltou que, embora muitos programas já contemplem pessoas com deficiência, frequentemente deixam de lado os parentes que são parte essencial do suporte diário. "O prefeito Eduardo Cavaliere demonstrou sensibilidade à causa de pessoas com deficiência, autistas e neurodivergentes, ao sancionar um projeto tão importante", celebrou Messina. Ele acrescentou que a intenção é que as famílias atípicas, muitas vezes esquecidas, também possam usufruir dos benefícios, permitindo que pais e avós participem ativamente ao lado de seus filhos e netos, em vez de apenas acompanhar.

A nova lei prevê que as atividades esportivas municipais sejam adaptadas para garantir a participação efetiva de todos, promovendo um ambiente mais acolhedor e acessível. A medida visa fortalecer os laços familiares e comunitários, utilizando o esporte como um vetor de integração e qualidade de vida. A expectativa é que a implementação do programa gere um impacto positivo significativo na saúde física e mental dos participantes, além de fomentar uma cultura de maior empatia e inclusão na sociedade carioca.